Suicídio!
By : Aléxis CampbellNum aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção e provoca a própria morte. Pode ser realizado através de atos (tiro, envenenamento ou enforcamento) ou por omissão (recusa em alimentar-se, por exemplo).
É considerada tentativa de suicídio qualquer ato não fatal de automutilação ou de auto-envenenamento. A intenção da morte não deve ser incluída nesta definição, pois nem sempre é manifestada. A gravidade da tentativa deve relacionar-se com a "potencialidade autodestrutiva" do método utilizado, com a probabilidade de uma intervenção de terceiros.
O suicídio é a conseqüência de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve, e culmina nos conflitos intrapsíquicos de gravidade acentuada, transtorna a tal ponto que a morte torna-se único refúgio e a inevitável solução dos problemas. Inconscientemente, o suicida tentou depositar a culpa de sua morte nos outros indivíduos que compõem seu ambiente social, principalmente nos familiares. Neste caso o suicídio funciona como um ''castigo''.
Nos séculos V e VI, nos Concílios de Orleans, Braga e Toledo, proibiram as honras fúnebres aos suicidas, e determinaram que mesmo aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Assim o suicídio passou a ser considerado um crime que poderia implicar na condenação à morte dos que fracassavam. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.
Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo, é mais freqüente ocorrer na puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice. Porém, a faixa etária compreende genericamente dos 15 aos 44 anos, é mais comum em nações ricas e ocorre com mais freqüência nas classes médias.
Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens, no entanto, os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.
As doenças físicas e psicológicas compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio.
A depressão também está aliada aos casos de suicídio, porém, no auge das crises depressivas o indivíduo fica menos vulnerável a tais tentativas, isto porque a depressão é caracterizada principalmente pela desmotivação, desinteresse e letargia do raciocínio. Nesse momento, o indivíduo não se dispõe a nenhuma atividade, inclusive o ato de se matar. Alcançado este estágio, a tendência é a omissão, que também é considerado uma das formas de suicídio.
Entre os jovens, faixa etária que compreende dos 15 aos 24 anos, o suicídio já é a terceira causa de morte, atrás apenas dos acidentes e homicídios.
Os conflitos mais comuns que desencadeiam os suicídios entre os jovens são encontrados na educação, criação e conduta familiar dos indivíduos. O sentimento de culpa imposto pelas chantagens emocionais, agressões, castigos exagerados, criação e imposição de uma auto-imagem irreal ao indivíduo, o abandono afetivo e a superproteção, são as principais causas dos suicídios cometidos entre os jovens. A soma desses, e outros fatores menos relevantes, resultam numa desorganização da personalidade em desenvolvimento, desequilibra continuamente o sistema nervoso e desencontra o indivíduo do seu ego. Por conseqüências superficiais temos o bloqueio intelectual, a constante desmotivação pelas atividades cotidianas, como os estudos, a necessidade de uma fuga psíquica e o entorpecimento mental. Novamente o suicídio é o resultado mais grave dos desequilíbrios.
É considerada tentativa de suicídio qualquer ato não fatal de automutilação ou de auto-envenenamento. A intenção da morte não deve ser incluída nesta definição, pois nem sempre é manifestada. A gravidade da tentativa deve relacionar-se com a "potencialidade autodestrutiva" do método utilizado, com a probabilidade de uma intervenção de terceiros.

O suicídio é a conseqüência de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve, e culmina nos conflitos intrapsíquicos de gravidade acentuada, transtorna a tal ponto que a morte torna-se único refúgio e a inevitável solução dos problemas. Inconscientemente, o suicida tentou depositar a culpa de sua morte nos outros indivíduos que compõem seu ambiente social, principalmente nos familiares. Neste caso o suicídio funciona como um ''castigo''.

Nos séculos V e VI, nos Concílios de Orleans, Braga e Toledo, proibiram as honras fúnebres aos suicidas, e determinaram que mesmo aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Assim o suicídio passou a ser considerado um crime que poderia implicar na condenação à morte dos que fracassavam. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.

Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo, é mais freqüente ocorrer na puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice. Porém, a faixa etária compreende genericamente dos 15 aos 44 anos, é mais comum em nações ricas e ocorre com mais freqüência nas classes médias.
Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens, no entanto, os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.

As doenças físicas e psicológicas compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio.
A depressão também está aliada aos casos de suicídio, porém, no auge das crises depressivas o indivíduo fica menos vulnerável a tais tentativas, isto porque a depressão é caracterizada principalmente pela desmotivação, desinteresse e letargia do raciocínio. Nesse momento, o indivíduo não se dispõe a nenhuma atividade, inclusive o ato de se matar. Alcançado este estágio, a tendência é a omissão, que também é considerado uma das formas de suicídio.
Jovens Suicidas
Entre os jovens, faixa etária que compreende dos 15 aos 24 anos, o suicídio já é a terceira causa de morte, atrás apenas dos acidentes e homicídios.

Os conflitos mais comuns que desencadeiam os suicídios entre os jovens são encontrados na educação, criação e conduta familiar dos indivíduos. O sentimento de culpa imposto pelas chantagens emocionais, agressões, castigos exagerados, criação e imposição de uma auto-imagem irreal ao indivíduo, o abandono afetivo e a superproteção, são as principais causas dos suicídios cometidos entre os jovens. A soma desses, e outros fatores menos relevantes, resultam numa desorganização da personalidade em desenvolvimento, desequilibra continuamente o sistema nervoso e desencontra o indivíduo do seu ego. Por conseqüências superficiais temos o bloqueio intelectual, a constante desmotivação pelas atividades cotidianas, como os estudos, a necessidade de uma fuga psíquica e o entorpecimento mental. Novamente o suicídio é o resultado mais grave dos desequilíbrios.
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Subcultura Gótica,
Saudade!
By : Aléxis Campbell
A saudade é um sentimento melancólico de ausência ligado pela memória à situações de privação da presença de alguém ou de algo, de afastamento de um lugar ou de uma coisa, ou a ausência de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável ou lembrança nostálgica.

Saudade não tem cor, mas pode ter cheiro. Não podemos ver nem tocar, mas sabemos o quanto é grande. Pode ser o sentimento que alimenta um relacionamento amoroso ou apenas o que sobra dele. Pode ser uma ausência suave ou um tipo de solidão. Pode ser uma recordação daquele momento e daquela pessoa, que um dia, mesmo sabendo ser impossível, ousamos querer reviver e rever. É a dor de quem encontrou e nunca mais encontrará, de quem sentiu e nunca mais voltará a sentir. A saudade se combina com outros sentimentos e procria-se. A soma da saudade com a solidão é igual a Dor. O resultado da saudade com a esperança é a motivação.

Saudade é um registro fiel do passado, é a prova incontestável de tudo que vivemos e ficou impresso na alma. Ao confessarmos uma saudade, na verdade, estamos nos vangloriando de que, ao menos uma vez na vida, conhecemos pessoas e vivemos situações que foram boas e serão eternas em nossa alma. Nutri-la, é alimentar o espírito e a própria existência.

Se há tantas e, ao mesmo tempo, tão imprecisas definições de saudade, resta-nos apenas cultivá-la e alimentá-la.
Retirado e adaptado de: Spectrum Gothic
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Depressão!
By : Aléxis Campbell
O que é Depressão?
Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos.
Depressão não é um estado de tristeza profunda nem desânimo, preguiça, estresse ou mau humor, a depressão é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Mesmo assim, podemos considerar a depressão como natural período de transição. São tempos de mudanças e crescimento, épocas que antecedem novos horizontes de amadurecimento do ser em constante processo de evolução.

Na depressão cada personalidade se manifestará de uma maneira.
Na verdade, ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe, ele apenas reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.
Há dois tipos de depressão: monopolar e a depressão bipolar. A depressão monopolar tem apenas fases depressivas, enquanto que a depressão bipolar se caracteriza pelo transtorno afetivo, ou seja, a alternância de fases deprimidas, de exaltação, alegria ou irritação do humor.
Na verdade, ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe, ele apenas reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.
Tipos de Depressão
Há dois tipos de depressão: monopolar e a depressão bipolar. A depressão monopolar tem apenas fases depressivas, enquanto que a depressão bipolar se caracteriza pelo transtorno afetivo, ou seja, a alternância de fases deprimidas, de exaltação, alegria ou irritação do humor.
Causas
A causa exata da depressão permanece desconhecida, a explicação mais correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Em nosso cérebro existem mensageiros químicos chamados neuro-transmissores que ajudam a controlar as emoções, os níveis aumentam ou diminuem, mudando nossas emoções. Quando os neuro-transmissores encontram-se em equilíbrio, sentimos a emoção certa para cada ocasião. Quando alguém está deprimido, os mensageiros químicos não estão em equilíbrio. Mas isso ocorre em algumas pessoas e não em outras.
Eventos estressantes como perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave e pequenas contrariedades, ainda não são considerados fortes suficientes para desencadear depressão. Porém, em pessoas que têm a tendência genética, esses fatores podem se transformar em depressão. Além disso, alguns medicamentos, como os remédios para pressão alta, podem causar depressão. O álcool e algumas drogas ilegais podem piorar a depressão.
Como outras doenças, a depressão tem certos sintomas. Uma vez que esses sintomas são reconhecidos, pode-se tomar providências para o tratamento.

Eventos estressantes como perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave e pequenas contrariedades, ainda não são considerados fortes suficientes para desencadear depressão. Porém, em pessoas que têm a tendência genética, esses fatores podem se transformar em depressão. Além disso, alguns medicamentos, como os remédios para pressão alta, podem causar depressão. O álcool e algumas drogas ilegais podem piorar a depressão.
Sintomas
Como outras doenças, a depressão tem certos sintomas. Uma vez que esses sintomas são reconhecidos, pode-se tomar providências para o tratamento.

A pessoa sente-se triste a maior parte do dia e quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado, e pelo contrário, movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança, desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.
Retirado e adaptado de: Spectrum Gothic
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