HAPPY HALLOWEEN - Trick or Treat?
By : Aléxis Campbell
Aléxis/Stephanie Christie
Feliz dia das Bruxas adeptos!
Sejam mais uma vez bem vindos ao Little Fallen Sanctuary pelo nosso segundo Halloween juntos e espero que tenham aproveitado o máximo possível das nossas matérias e novos autores que estão me ajudando e tornando o Sanctuary ainda mais possível , além de adquirir um bom conhecimento sobre coisas que não estamos acostumados a ouvir.
Hoje é dia de Samhain, o dia que marca o fim da Roda do Ano, vamos comemorar hoje juntos e também todos os anos.
Feliz Halloween aos Wiccanos, aos Góticos, a todos os nossos visitantes e admiradores.
Trick or Treat?
***
Yami-Kun
Desejo-lhes
um grande, feliz e sombrio halloween e para que todos que se divertem com esse
dia não se esqueçam de deixar velas e fazer um pequeno tributo a este dia de
assombrações. Procurem lugares tranquilos e sintam os espíritos passando a sua
volta, pois hoje será o único dia do ano que vocês podem vê-los.
O mês das bruxas, o que seria da nossa historia, folclores e lendas sobre
bruxa, assombrações e maldições? Temos
um mês só para nos preocuparmos com essas historias, todos conseguem enxergar o
lado positivo de uma historia de terror onde todos podemos compartilhar tal
cultura.
Que todos tenham um perfeito Halloween e aproveitem bem este dia, pois só
teremos outro daqui há um ano.
Cuidado com as assombrações e fantasmas, porque
hoje estão todos a solta procurando suas vitimas HAHAHA!
***
Jheni
As aboboras nas janelas anunciam a chegada do terror, as bruxas em suas vassouras comemoram com fervor. Desfrute cada momento com uma imensa alegria, paz, amor e muitas gostosuras e travessuras, é claro. Que nesse dia possamos passar a verdadeira essência do Halloween uns aos outros. Feliz dia das bruxas, que todo encanto dessa data esteja presente na sua vida.
FELIZ HALLOWEEN!!!
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Halloween,
Mito da Roda do Ano
By : Aléxis Campbell
Em Samhain, o Festival do retorno da Morte, os portões dos mundos se abrem e a Deusa transforma-se na Velha Sábia, a Senhora do Caldeirão, e o Deus é o Rei da Morte que guia as almas perdidas através dos dias escuros de Inverno.
Em
Yule, a escuridão reina como se estivéssemos no caldeirão da Deusa. Assim, o
Rei das sombras transforma-se na Criança da Promessa, o Filho do sol, que
deverá nascer para restaurar a Natureza.
Em
Imbolc, a luz cresce, o Deus nascido em Yule se manifesta com todo seu vigor, e
a Criança da Promessa cresce com a vitalidade e é festejada, pois os dias
tornam-se visivelmente mais longos e renova-se a esperança.
Em
Ostara, luz e sombras são equilibradas. A luz da vida se eleva e o Deus quebra
as correntes do inverno. A Deusa é a Virgem e o Deus renascido é jovem e
vigoroso. O amor sagrado da Deusa e do Deus é a promessa do crescimento e da
fertilidade.
Em
Beltane, a Deusa se transforma em um lindo Cervo Branco e o jovem Deus é o
Caçador alado. Ao ser perseguida pela floresta, o Cervo Branco se transforma em
uma linda mulher, e assim Eles se unem e a sua paixão sustenta o mundo.
Chega
então Litha, A Deusa é a Rainha do Verão e o Deus, um homem de extrema força e
virilidade. O Sol começa a minguar e o Deus começa a seguir rumo ao País de
Verão. A Deusa é pura satisfação e demonstra isso através das folhas verdes e
das lindas flores do verão.
Em
Lammas, a Deusa dá a luz e o Deus novamente morre pela Deusa. A Deusa precisa
de sua energia de vida para que a vida possa crescer e prosseguir. O Deus se
sacrifica para que a humanidade seja nutrida, mas através do grão Ele renasce.
No ápice de sua abundância, ele retira através Dela.
Em
Mabon, as luzes e as trevas se equilibram novamente, porem o Sol começa a
minguar mais rapidamente. O Deus torna-se então o Ancião, o Senhor das Sombras.
Chega
novamente Samhain e então o ciclo recomeça, e assim tudo retorna a Deusa. Assim
sempre foi e será!
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Halloween,
Ano Celta
By : Aléxis Campbell
O
ano celta era dividido em duas metades: a metade clara e a metade escura,
correspondendo ao inverno e ao verão. Essas metades eram
marcadas por dois grandes festivais do fogo, que eram Samhaim e Beltane. Por
serem mais relacionados ao Sol, tais festivais eram considerados masculinos,
enquanto Imbolc e Lughnasadh ficavam no meio dessas
duas metades, formando os trimestres do ano celta. Imbolc anunciava a chegada
da Primavera, enquanto Lughnasadh marcava o sacrifício do Senhor da Colheita
com a chegada do Outono.
Nomes
diferentes dados aos solstícios e equinócios:
Solstício
de Inverno: Alban Arthuam
Solstício de Verão: Alban Heruin
Equinócio de Primavera: Alban Eiler
Equinócio de Outono: Alban Elued
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Halloween,
Festivais da Colheita
By : Aléxis CampbellOs
povos antigos sabiam que seu sustento vinha da terra onde viviam, que lhes
fornecia alimentos e outros recursos naturais. Se as colheitas falhassem, as
pessoas poderiam morrer de fome, então era muito importante garantir uma boa
colheita fazendo o que fosse possível.
O
ser humano sempre buscou o equilíbrio. Os pagãos acreditavam que se atingissem este objetivo quando estivessem em harmonia com os ciclos da Terra. É
algo que procuravam dentro de si, mas também exteriormente, pois não estavam separados do ambiente em que viviam.
Hoje
em dia, é complicada essa conexão, a grande maioria vive em grandes cidades e tudo o que fazem é ir a um supermercado próximo de sua residencia.
Os
povos antigos europeus dependiam das colheitas para sobreviver, sabiam que, se
elas não fossem fartas, muitos morreriam. Assim, uma das principais formas de
os celtas honrarem a terra era realizando cerimônias em pontos específicos do
ano, na mudança das estações.
De
certa forma, havia uma compreensão de que, se eles não estivessem alinhados com
a Natureza, não teriam como influir positivamente nas colheitas.
Nossos
corpos mudam no decorrer do ano e só agora a ciência nos diz isso. No entanto,
as bruxas já sabiam desse fato há muito tempo, tanto que o “objetivo” ritual da
Roda do Ano é justamente esse: se alinhar com os ciclos da Natureza. Ao
celebrar as mudanças de estações, estamos celebrando nossas próprias vidas e
nossa própria realidade, como no caso dos celtas com as colheitas.
Cada
festival do calendário céltico celebra um aspecto da terra e as mudanças de
estações. Os festivais celtas do fogo, Samhaim, Imbolc, Beltane e Lughnasadh
são essencialmente célticos, cada um deles é marcado pelos solstícios e
equinócios, pontos-chave do ano também.
A
própria simbologia de cada sabbat céltico é extremamente relacionada ao meio
das estações: Beltane é uma “mistura” de primavera com verão; Samhaim é uma
mistura de outono com inverno, Imbolc é uma mistura de inverno com primavera e
Lughnasadh é uma mistura de verão com outono.
Os
celtas reconheciam que toda vida começa na escuridão, a criança no ventre da
mãe, a semente das plantas, filhotes em ovos, e é por esse motivo que as
cerimônias começavam ao cair da noite do dia anterior ao festival. Não é por
acaso que o dia começa à meia-noite.
A
véspera de cada festival era um tempo de preparação física e espiritual, cada
pessoa envolvida na cerimônia noturna passava o dia certificando-se de que sua
energia estava tão equilibrada e harmoniosa quanto possível. Isso lhes
permitiria receber maior sabedoria e poder nessas ocasiões de reverência e
celebração.
Só
podemos saber o que é estar em harmonia com a terra vivenciando essa união.
Celebrar a Roda do Ano é se conectar à energia que move o mundo e que foi tão
reverenciada pelos nossos ancestrais. Estude com atenção o simbolismo de cada
sabbat e atente para as mudanças que ocorrem no seu corpo e mente em todos
esses períodos.
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Roda do Ano - Samhain
By : Aléxis Campbell
Samhain
Com Samhain, o ultimo festival celta do ano, finalizamos o ciclo de festivais da Roda do Ano. Samhaim é um festival celta que celebra a morte e o ciclo da vida.

Ainda
não é inverno, porém, já não é mais verão. Samhaim é um período do tempo que está
“entre os mundos”. É quando o véu que nos separa de outras dimensões está fino,
facilitando a nossa comunicação com nossos ancestrais que já partiram.
É considerado o Ano Novo wicca.
Samhaim
é o oposto de Beltane, é quando se inicia o inverno. Mais do que isso,
para os celtas Samhaim era o início do próprio ano, o momento misterioso que
não pertencia nem ao passado, nem ao presente, nem a este mundo, nem ao outro.
Samhaim significa “mês de novembro” em
gaélico-irlandês. É celebrado no dia 1º de novembro. As celebrações deste
festival duram três dias, começando na véspera, noite de 31 de outubro, e indo
até o dia 2 de novembro.
Samhaim
era um tempo de propiciação, adivinhação e comunhão com os mortos, mas
também uma festa desinibida onde se comia e se bebia, mostrando a face
desafiadora e fértil da vida à própria face da escuridão.

O
aspecto divinatório de Samhaim é compreensível por duas razões: pelo clima
psíquico da estação e pela ansiedade a respeito do inverno que estava chegando.
Com o tempo, foi-se tornando algo extremamente pessoal, onde diversas moças
realizavam “simpatias” para descobrir quem seria o seu marido, por exemplo. No
entanto, entre os sacerdotes e sacerdotisas, o antigo costume jamais foi
perdido.
Samhaim,
como os outros festivais pagãos, estava tão profundamente enraizado entre o
povo que o cristianismo teve que tentar se apoderar dele. O aspecto da comunhão
com os mortos e com outros espíritos foi cristianizado como o “Dia de Todos os
Santos”, transferido de sua data original 13 de maio para 1º de novembro e
estendido à toda a Igreja pelo Papa Gregório IV em 834. Mas suas raízes pagãs
permaneceram vivas, obviamente, e a Reforma inglesa aboliu o Dia de Todos os
Santos, que só retornou formalmente em 1928 na Inglaterra.

Há
celebrações semelhantes à Samhaim em outras culturas também, como a grega e a
italiana.
O
difícil de se celebrar Samhaim em pleno século XXI é a popularização da festa
conhecida como Halloween. Quem celebra a Roda do Ano pelo hemisfério sul
celebra o festival em maio, enquanto aqueles que apenas se divertem em outubro
mal sabe o que pode estar acontecendo.
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Halloween,
Roda do Ano - Beltane
By : Aléxis Campbell
Beltane

Beltane
é um festival de fertilidade e fogo. Na
tradição celta, os dois maiores festivais de todos são Beltane e Samhaim: o
início do verão e o início do inverno. Assim como para todos os povos
pastores, para os celtas o ano tinha duas estações, não quatro. Isso se deve
porque no norte da Europa as estações são bem mais divididas que no hemisfério
sul, por exemplo.
A
data deste sabá é 1º de maio ou 1º de novembro, caso você inverta a roda.
A
palavra Beltane se origina dos termos galeses tan (fogo) e Bel
(nome do deus sol dos galeses). Juntas, as duas palavras significam “fogo no céu”.
Beltane
para as pessoas comuns era um festival de sexualidade e fertilidade humanas
isento de vergonha. O mastro adornado com flores e fitas era um símbolo
fálico. Dançar ao seu redor, procurar nozes nos bosques e ficar acordado a
noite inteira para ver o Sol nascer no primeiro de maio eram atividade
inequívocas.
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As
fogueiras de Beltane ardiam durante todos os dias de festa, simbolizando o sol.
Divindades
relacionadas:
Rainha da Primavera, Jack in the green, Homem Verde.
Alguns costumes de Beltane
*
Entre os povos pagãos era costume pular a fogueira de Beltane para se
livrar de doenças e energias negativas, assegurar bons partos e pedir as
bênçãos dos deuses da fertilidade. Então cada família levava brasas desse fogo
para a sua casa, pois dessa forma reacendiam essas chamas em casa representando
uma bênção divina para o verão que viria em seguida.
*
Uma antiga tradição requeria que o fogo doméstico deveria ser apagado da casa
toda nesse dia, pois seria feita uma fogueira com as nove árvores sagradas
(freixo, bétula, aveleira, carvalho, teixo, sorveiro, salgueiro, pinheiro e
espinheiro), que seria acesa pelos druidas ao nascer da Lua, dando-se início à
celebração do sabbat.
*
Na Europa, era um costume de Beltane soltar o gado para passar entre as
fogueiras e, dessa forma, abençoá-los.
*
No Brasil, perto do dia de Santo Antônio há o costume de recolher um enorme
tronco de árvore e conduzí-lo ao pé da serra do Araripe até a Igreja da cidade,
por mãos de fortes caboclos. À passagem do séquito, as mulheres solteiras
procuram tocar no tronco que passa, debaixo da crença segundo a qual caso
consiga, cedo casará. É uma festa a que todo o Cariri comparece, pelo sabor de
tradição que o espetáculo mostra. Trata-se de um rito essencialmente de
Beltane.
*
Outro costume relacionado a este sabbat era quando os jovens das vilas iam até
as florestas à meia-noite de Beltane para colher flores. na volta,
presenteavam seus parentes com as flores, então recebiam as melhores comidas e
bebidas que seus parentes podiam lhes oferecer. Era um ato que trazia boa sorte
para todos que moravam naquela casa, pois representava generosidade.
*
Na Europa Antiga, as pessoas celebravam Beltane fazendo amor em meio aos
bosques. Todas as crianças concebidas por meio dessas uniões eram
consideradas “abençoadas”. Essas uniões representavam a fertilidade não só dos
humanos nessa época, mas de todos os seres vivos da Terra.
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Roda do Ano - Litha (Solstício de Verão)
By : Aléxis Campbell
Litha (Solstício de Verão)
No
solstício de verão, o Sol está em seu ápice, ele mantêm o seu maior brilho e
elevação.
O meio de verão, como é chamado, é celebrado pelas bruxas e bruxos pela sua abundância e plenitude no ano, trazendo fertilidade à Terra.
O meio de verão, como é chamado, é celebrado pelas bruxas e bruxos pela sua abundância e plenitude no ano, trazendo fertilidade à Terra.
Litha, é celebrado por volta de 22 de dezembro no hemisfério
sul e por volta de 22 de junho no hemisfério norte (verifique a data correta
anualmente). É o dia mais longo do ano, mas que também representa o declínio
do Deus Sol. A partir deste dia, os dias vão ficando cada vez mais curtos,
até chegarem ao ápice da escuridão no solstício de inverno. Por isso o
solstício de verão era um marco que assinalava o início da metade escura do
ano, ao contrário do solstício de inverno.
O
solstício de verão é tanto um festival de fogo quanto um festival da água, o fogo sendo um aspecto do Deus e a água um aspecto da Deusa.
A
Deusa e o Deus estão no êxtase de sua união e vemos a Natureza cheia de frutos
e flores. É o ápice do amor passional entre ambos. A Deusa reina como a Rainha
do Verão e o Deus aproveita seu auge, pois depois começará o seu
declínio até renascer no inverno.
Para
bruxas e bruxos modernos, o fogo é um aspecto central do festival do solstício
de verão, assim como é em Beltane. Mas o caldeirão também é usado neste sabá,
cheio de água, para representar a abundância da Deusa, e também nos remeter ao
caldeirão de Cerridwen.
Outros
povos antigos também festejavam a abundância do verão com festivais
semelhantes: Vestália (Roma), Dia dos Casais (Grécia), Festa de Epona (País de
Gales), Thing-Tide (Escandinávia), Alban Heflin (tradição anglo-saxã) ou a
Dança do Sol (nativos norte-americanos).
Por
causa do solstício, existem os trópicos de Câncer e Capricórnio. No solstício
de verão no hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à terra
na linha do Trópico de Capricórnio. No solstício de inverno, ocorre a mesma
coisa no Trópico de Câncer.
Alguns antigos costumes do Solstício de
Verão
-
Na Europa, as celebrações deste sabá foram absorvidas pela festa cristã de São
João, cujo nome originou-se da erva usada com fins curativos e mágicos, como
proteção ou para proporcionar sonhos e presságios.
-
As homenagens aos seres da Natureza ou às divindades naturais também foram
substituídas pelas populares e folclóricas festas juninas.
-
Antigamente, os casamentos eram celebrados em junho para garantir-se a
fertilidade, sendo esta uma data muito propícia, embora diferente de Beltane,
que era reservada aos ritos de fertilidade e ao Casamento Sagrado das
divindades.
-
Em Creta, o Ano Novo começava no solstício de verão, marcando o fim da colheita
do mel. Para os cretenses, o zumbido das abelhas era a voz da Deusa anunciando
a sua regeneração. O touro personificava o Deus e, ritualisticamente, era
sacrificado para simbolizar a sua morte e seu renascimento das entranhas da
Terra. A lenda do Minotauro representa nada mais nada menos do que a descida
simbólica à escuridão, encarando os medos e encontrando os meios da regeneração ao seguir o fio da vida tecido pela Deusa.
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Roda do Ano - Ostara (Equinócio de Primavera)
By : Aléxis Campbell
Ostara (Equinócio de Primavera)
A
lua e a escuridão estão em equilíbrio, mas a luz está dominando as trevas. No
equinócio de primavera, o dia e a noite têm igual duração, mas a partir deste
dia os dias serão mais longos, com a proximidade do verão.

Conhecido
como Ostara, é basicamente um festival solar e novo
para a Velha Religião, na Europa céltica e teutônica.
As
datas dos equinócios, assim como os solstícios, variam de ano para ano, mas o
equinócio de primavera no hemisfério sul ocorre sempre por volta de 22 de
setembro, enquanto que no hemisfério norte ocorre sempre por volta de 21 de
março.
O
equinócio da primavera é uma ótima ocasião para decorarmos nossas casas com
flores primaveris e também honrar a Rainha da Primavera, a mulher mais jovem do
coven, enviando-a para casa depois do ritual com uma enorme guirlanda de
flores.
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Roda do Ano - Mabon (Equinócio de Outono)
By : Aléxis Campbell
Mabon (Equinócio de Outono)
Mabon é o festival wiccano realizado para a celebração do equinócio de outono. Pronúncia do nome Mabon: “mêi-bon”. Ele é o segundo sabá das colheitas.
O
equinócio de outono ocorre por volta de 21 de março no hemisfério sul, no
hemisfério norte é celebrado por volta de 21 ou 22 de setembro (as datas dos
equinócios e solstícios variam de ano para ano).
Esses
dias são pontos de equilíbrio, onde dia e noite se igualam. No entanto,
enquanto o equinócio de primavera é um período de equilíbrio para preparar-se
para a ação, o equinócio de outono é um período de equilíbrio para preparar-se
para o repouso, que vem no inverno.
Lammas marca a coleta efetiva da safra de cereais, mas em seu aspecto
sacrificial. O equinócio de outono marca a conclusão da colheita e a ação de
graças pela abundância, com ênfase em um futuro retorno desta. É um período de
recolhimento e agradecimentos por tudo o que tivemos. Montamos uma mesa farta,
repleta de alimentos e compartilhamos com todas as pessoas que amamos.
É
época de agradecer também aos nossos ancestrais pelo sangue que corre em nossas
veias, pelas características genéticas que deles herdamos e pelas dádivas que
eles nos deixaram e nos transformaram naquilo que somos hoje.

Outros
nomes para este sabbat
Equinócio de Outono, Alban Elfed, Colheita do Vinho, Cornucópia, Segunda
Colheita, Dia de Ação de Graças das Bruxas.
Cores
Marrom, verde, amarelo, vermelho.
Divindades
Relacionadas ao vinho e às colheitas, mas especialmente os mitos de
Mabon/Modron e Perséfone/Deméter.
Plantas
e ervas
Alecrim, calêndula, sálvia, noz, folhas e cascas, visco, açafrão, camomila,
folhas de amêndoa, frankincenso, rosa, agridoce, girassol, trigo, folhas de
carvalho, maçã seca, sementes de maçã.
Pedras
Âmbar, quartzo translúcido, olho-de-tigre, citrino.
Toalha
do altar
Laranja ou cor de vinho.
Velas
Marrons, cor de vinho ou roxas.
Incensos
Hibisco, mirra, rosa e sálvia.
Outros
apetrechos decorativos
Ramos de ervas secas, girassóis, folhas secas, batatas, bagas e espigas de
milho.
Comidas
e bebidas
Abóboras, grãos no geral, pães, bolos, raízes de todos os tipos, batatas,
nozes, sidra com canela, vinho.
Atividades tradicionais
-
Elaborar uma cornucópia para prosperidade;
- Fazer bonecas mágicas de maçã;
- Andar pelos campos;
- Fazer grinaldas e oferecer à Natureza como agradecimento;
- Fazer vassouras mágicas;
- Fazer amuletos;
- Confeccionar uma Rainha da Colheita;
- Fazer uma oferenda aos deuses com frutas e folhas;
- Encher uma cesta com cones de pinheiros, folhas secas coloridas, trigo,
bolotas de carvalho e ramos de pinheiro e deixar na sua porta de entrada para
atrair boa sorte;
- Colocar espigas de milho na sua porta de entrada;
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Roda do Ano - Imbolc
By : Aléxis Campbell
Imbolc
O
uso de denominações celtas para os festivais da colheita é uma forma bastante
usada por todas as bruxas, por uma questão de coerência com as crenças
gaélico-irlandesas. Mas Imbolc também é conhecido pelo nome Candlemas
(Candelária), sob o qual foi cristianizado como “Festa de Purificação de
Maria”.
Imbolc significa “em leite” e diz respeito
ao período de lactação das ovelhas. É o avivamento do ano, quando aparecem os
primeiros estímulos fetais da primavera no útero da Mãe Terra. Embora ainda
esteja frio, os pequenos e mais resistentes sinais de vida na Natureza começam
a aparecer novamente e é época de abençoar as sementes e consagrar instrumentos de trabalho.
Como
todos os grandes sabás celtas, é um festival do fogo, mas a ênfase neste é mais
sobre a luz do que sobre o calor. Acontece no dia 1º de agosto no hemisfério sul (para quem
inverte a roda) e no dia 2 de fevereiro no hemisfério norte, marcando o ponto
central da metade escura do ano.
A
Lua é o símbolo de luz da Deusa e representa o aspecto triplo de Donzela, Mãe e
Anciã (encanto, maturidade e sabedoria). A luz da Lua é praticamente uma luz de
inspiração, por isso este sabá é tão associado à deusa Brigit (deusa celta da
inspiração, dos dons, da fertilidade).

Este
sabá se originou na Irlanda antiga, com comemorações da deusa Brigit, chamada
de “Noiva do Sol”. O inverno ainda persiste, mas a luz está aumentando e as
sementes despertando da terra fria e úmida. Imbolc é a celebração de todas
essas “voltas”, é o despertar dos novos planos e projetos, iniciação em caminhos espirituais ou
em novas atividades, assim como purificação e renascimento material ou
espiritual, é tempo de despertar a criatividade e buscar inspiração através da
música, poesia, desenho, dança e artes em geral.
Na
Wicca, nesta data são feitas as iniciações dos novos adeptos e as confirmações
das sacerdotisas. As cores podem espelhar a pureza (branco e azul claro) ou as
chamas (vermelho e laranja).
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Roda do Ano - Lammas
By : Aléxis Campbell
Lammas

Também conhecido como Lughnasadh, é um dos festivais celtas do fogo. Seu nome é significa, literalmente, A Festa de Lugh, que seria um Deus Celta. Leva esse nome porque era a época em que os antigos povos celtas realizavam jogos em homenagem à Lugh e sua mãe. Os jogos são simples, de modo que todos possam participar. Corrida com três pernas, Corrida com ovo na colher, Corrida de revezamento em equipe e Braço-de-força são alguns exemplos de diversões que ocorriam durante a festa.
Lammas é a primeira colheita do verão, celebra-se a chegada das colheitas e dos Deuses.
Dedicado à Lugh, o sabá representava seu sacrifício anual que garantia a maturação das sementes, sua colheita e o fornecimento dos grãos para o próximo plantio, ou seja, é um festival que celebra, essencialmente, os grãos e pães. Vemos Lammas, então, como um festival da regeneração onde celebra-se a plenitude da Terra, a agricultura e todas as realizações em nossas vidas, é de extrema importância para comemorar o cultivo que hoje está em nossas mesas nos fartando.
Alguns costumes do Lammas

-
Lughnasadh era a festa céltica que comemorava os jogos funerais de Lugh. Não a
morte de Lugh, mas os jogos que ele institucionalizou para honrar a morte de
sua mãe adotiva, Tailtu. Na Irlanda, Lughnasadh é chamado de “Jogos de Tailtu”.
-
Nos antigos rituais de Lammas, havia uma efígie do Deus Milho feita com vime e
outros materiais. O homem de vime era preenchido com todos os “sacrifícios” da
aldeia: frutas, grãos, riquezas, vinho e outras oferendas. Uma fogueira enorme
era construída e consagrada. Durante a cerimônia deste festival, o homem de
vime era lançado sobre o fogo e sacrificado, levando assim os desejos das
pessoas ao mundo dos deuses.
-
Simplificando a ortografia, Lúnasa significa “mês de agosto” em
gaélico-irlandês. Lunasda e Lunasdal signigicam “Lammas”
(primeiro de agosto em gaélico-escocês). Na Ilha de Man, o equivalente é Laa
Luanys ou Laa Lunys. Na Escócia, é Iuchar. Na península de
Dingle é conhecida por An Lughna Dubh (“o festival sombrio de Lugh”).
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A Roda do Ano!
By : Aléxis CampbellA roda do ano significa ser um conjunto de eventos Wicca que ocorrem ao percorrer do ano, todos os eventos tem seus respectivos nomes, significados e datas.

O Halloween este ano no Little Fallen Sanctuary, será um especial sobre a Roda do Ano.
No ano passado fiz um especial sobre bruxas, na qual entrevistei uma Wicca de verdade e disponibilizei material. Esta é a segunda parte do material que irá decorrer de outubro à novembro. Eu espero que todos gostem e acompanhem as matérias sobre cada festival da Roda do Ano.
QUE COMECE O MÊS DO MEDO!
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† AVISOS Importantes - Mês de Outubro †
By : Aléxis Campbell
Olá adeptos, como estão?
Como puderam perceber novidades estão a caminho este mês de outubro e novembro. Como no ano passado faremos um especial Halloween com muitas novidades não só sobre Halloween como coisas de fora também.
Como puderam perceber novidades estão a caminho este mês de outubro e novembro. Como no ano passado faremos um especial Halloween com muitas novidades não só sobre Halloween como coisas de fora também.
Temos dois novos integrantes também à equipe e eles irão me ajudar.
O blog anda meio desatualizado de novidades, então faremos o possível para agradar a todos e logo faremos uma postagem especial a vocês que nos visitam diariamente.
Começa agora o Mês do medo, estejam preparados!
Aguardem!
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Halloween,
Consagrando Instrumentos Mágicos
By : Aléxis CampbellMaterial necessário: Um pires com sal, três incensos de cravos-da-índia, uma vela vermelha, um copo com água e sal.
Procedimento: Acenda os incensos e a vela, feche os olhos e visualize um Circulo de luz ao seu redor e diga então:
''Que este Círculo de luz esteja ao meu redor durante o decorrer deste rito de consagração. Eu invoco a Deusa Mãe e o Deus Pai para que se unam a mim e abençoem os Instrumentos que será consagrados e dedicados ao Trabalho da Arte neste dia. Eu invoco a magia dos quatro elementos da Natureza para que tragam a sua força e o seu poder a estes utensílios mágicos''.
Toque o Instrumento a ser consagrado no sal que se encontra no pires e diga:
''Pelo poder da Terra eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada, para que você seja dedicado aos trabalhos sagrados da Grande Mãe. Que assim seja e que assim se faça''.
Passe o Instrumento na fumaça do incenso e diga:
''Pelo poder do Ar eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada. Eu o dedico à Grande Deusa do Círculo do Renascimento a ao Deus Fertilizador. Quem assim seja e que assim se faça''.
Passe o Instrumento na chama da vela e diga:
''Pelo poder do elemento Fogo eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada, pois a partir de agora você é um Instrumento de força e poder da Senhora e do Senhor. Que assim seja e que assim se faça''.
Respingue um pouco de água no Instrumento, enquanto diz:
''Pelo poder do elemento Água eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada, pois agora você é um instrumento dedicado a Arte da Deusa e carrega o poder e a magia. Que assim seja e que assim se faça''.
Eleve o Instrumento e diga:
''Pelos poderes do alto e dos céus resplandecentes de luz eu o consagro e o dedico a serviço da Grande Mãe''.
Toque o instrumento no chão, dizendo:
''Pelos poderes de baixo e do submundo eu o consagro e o dedico a Arte Antiga''.
Sopre no seu Instrumento, dizendo:
''Pelo meu próprio poder eu o consagro e lhe dou vida com este sopro para que você responda só a mim, me ajude e me proteja. Que assim seja e que assim se faça''.
Trace um Pentagrama Invocante com o dedo médio sobre o Instrumento, dizendo:
''Pelos Poderosos da Arte você foi abençoado. Que assim seja e que assim se faça''.
Feche novamente os olhos, visualize o Círculo de luz inicial ao seu redor e então diga:
''Que este Círculo de luz e poder retorne ao seu local de origem. Eu agradeço à Deusa, ao Deus e aos elementos na guarda, proteção e bênção deste rito. Que assim seja e que assim se faça''.
Veja o Círculo de luz aos poucos desaparecer. Pronto, o seu Instrumento Mágico está devidamente consagrado e carregado de poder. Agora você poderá montar um altar com eles.
Observações: Todos os Instrumentos Mágicos devem ser consagrados.
Depois que seus Instrumentos forem consagrados, só você poderá tocá-los. Caso outras pessoas os toquem, você deverá reconsagrá-los.
Procedimento: Acenda os incensos e a vela, feche os olhos e visualize um Circulo de luz ao seu redor e diga então:
''Que este Círculo de luz esteja ao meu redor durante o decorrer deste rito de consagração. Eu invoco a Deusa Mãe e o Deus Pai para que se unam a mim e abençoem os Instrumentos que será consagrados e dedicados ao Trabalho da Arte neste dia. Eu invoco a magia dos quatro elementos da Natureza para que tragam a sua força e o seu poder a estes utensílios mágicos''.
Toque o Instrumento a ser consagrado no sal que se encontra no pires e diga:
''Pelo poder da Terra eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada, para que você seja dedicado aos trabalhos sagrados da Grande Mãe. Que assim seja e que assim se faça''.
Passe o Instrumento na fumaça do incenso e diga:
''Pelo poder do Ar eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada. Eu o dedico à Grande Deusa do Círculo do Renascimento a ao Deus Fertilizador. Quem assim seja e que assim se faça''.
Passe o Instrumento na chama da vela e diga:
''Pelo poder do elemento Fogo eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada, pois a partir de agora você é um Instrumento de força e poder da Senhora e do Senhor. Que assim seja e que assim se faça''.
Respingue um pouco de água no Instrumento, enquanto diz:
''Pelo poder do elemento Água eu o consagro, abençôo e purifico. Que sua memória passada seja anulada, pois agora você é um instrumento dedicado a Arte da Deusa e carrega o poder e a magia. Que assim seja e que assim se faça''.
Eleve o Instrumento e diga:
''Pelos poderes do alto e dos céus resplandecentes de luz eu o consagro e o dedico a serviço da Grande Mãe''.
Toque o instrumento no chão, dizendo:
''Pelos poderes de baixo e do submundo eu o consagro e o dedico a Arte Antiga''.
Sopre no seu Instrumento, dizendo:
''Pelo meu próprio poder eu o consagro e lhe dou vida com este sopro para que você responda só a mim, me ajude e me proteja. Que assim seja e que assim se faça''.
Trace um Pentagrama Invocante com o dedo médio sobre o Instrumento, dizendo:
''Pelos Poderosos da Arte você foi abençoado. Que assim seja e que assim se faça''.
Feche novamente os olhos, visualize o Círculo de luz inicial ao seu redor e então diga:
''Que este Círculo de luz e poder retorne ao seu local de origem. Eu agradeço à Deusa, ao Deus e aos elementos na guarda, proteção e bênção deste rito. Que assim seja e que assim se faça''.
Veja o Círculo de luz aos poucos desaparecer. Pronto, o seu Instrumento Mágico está devidamente consagrado e carregado de poder. Agora você poderá montar um altar com eles.
Observações: Todos os Instrumentos Mágicos devem ser consagrados.
Depois que seus Instrumentos forem consagrados, só você poderá tocá-los. Caso outras pessoas os toquem, você deverá reconsagrá-los.
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Para um verdadeiro Bruxo, seus instrumentos representam a sua essência, o seu ser, a sua alma e possuem vida. Por isso, devem ser respeitados e guardados com cuidado e carinho.
Para um verdadeiro Bruxo, seus instrumentos representam a sua essência, o seu ser, a sua alma e possuem vida. Por isso, devem ser respeitados e guardados com cuidado e carinho.
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''O Meu Cálice bebe e embebe a vida. O Caldeirão é o Meu útero vivo de regeneração E inspiração, capaz de tudo transformar. Eu os presenteio a você''.
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Com isto finalizamos o nosso Halloween, espero que a grande maioria tenha gostado e aprendido alguma coisa e lembrem-se: não façam nada sem ter a plena certeza de que é isto que realmente querem. Então, um Feliz fim de Halloween e aguarde o próximo para saber qual será a próxima surpresa que eu vou preparar.
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Instrumentos Mágicos
By : Aléxis CampbellLembre-se: o mais importante nos rituais e encantamentos são a sua intenção, a força do seu pensamento, sua imaginação e concentração para visualizar o seu objetivo. Não são os instrumentos que fazem de você um Bruxo.
O altar
Sempre que possível, uma bruxa deve ter seu Altar, que deverá ser seu ponto de ligação com os Deuses. Não precisa ser nada complicado ou luxuoso. Tradicionalmente, ele deve ficar ao Norte. Uma vela preta é colocada a Oeste simbolizando a Deusa, e uma vela branca a Leste para o Deus. No Altar deve estar o Cálice e o Athame, o Pentagrama, a Varinha e outros objetos utilizados nos rituais. Também é comum se colocarem símbolos para os Quatro Elementos, como uma pena para o Ar, uma planta para a Terra, uma vela vermelha ou enxofre para o Fogo, e, logicamente, água para esse mesmo elemento. Muitas pessoas colocam um símbolo para a Deusa e o Deus, como uma concha e um chifre, ou mesmo estátuas e gravuras dos Deuses. Deve ser criativo, pois o Altar é o um espaço pessoal, onde deve ser colocado amor. Se, por algum motivo, não for possível montar um Altar, pode ser um espaço na sua imaginação, pois o verdadeiro Templo está dentro de você, ou vá para a Natureza e faça dela o mais lindo de todos os santuários.
Sempre que possível, uma bruxa deve ter seu Altar, que deverá ser seu ponto de ligação com os Deuses. Não precisa ser nada complicado ou luxuoso. Tradicionalmente, ele deve ficar ao Norte. Uma vela preta é colocada a Oeste simbolizando a Deusa, e uma vela branca a Leste para o Deus. No Altar deve estar o Cálice e o Athame, o Pentagrama, a Varinha e outros objetos utilizados nos rituais. Também é comum se colocarem símbolos para os Quatro Elementos, como uma pena para o Ar, uma planta para a Terra, uma vela vermelha ou enxofre para o Fogo, e, logicamente, água para esse mesmo elemento. Muitas pessoas colocam um símbolo para a Deusa e o Deus, como uma concha e um chifre, ou mesmo estátuas e gravuras dos Deuses. Deve ser criativo, pois o Altar é o um espaço pessoal, onde deve ser colocado amor. Se, por algum motivo, não for possível montar um Altar, pode ser um espaço na sua imaginação, pois o verdadeiro Templo está dentro de você, ou vá para a Natureza e faça dela o mais lindo de todos os santuários.
Pentagrama
O Pentagrama é normalmente um disco, um prato de metal ou madeira com a figura de Pentagrama dentro de um círculo. Ele é usado para consagrar várias outras ferramentas. É também utilizado como um ponto focal de concentração. É associado ao elemento Terra e seu ponto cardeal. Alguns Bruxos usam um Pentagrama para invocar qualquer elemento da Natureza. Você poderia fazer seu próprio Pentagrama com argila ou com uma pedra, pintando o símbolo do Pentagrama sobre o material escolhido. Ele é utilizado para consagrar ervas e para carregar magicamente um talismã ou qualquer instrumento que precise de uma dose de energia extra, e é utilizado também para proteção. Representa a ligação do Bruxo com os Deuses.
Chave Mágica
Para fazer uma chave mágica recorra aos materiais que a Natureza oferece, como gravetos, folhas etc. Faça a chave mais bonita que puder. Com ela você será capaz de abrir todas as portas. Pendure-a na entrada do seu quarto; sempre que tiver um desejo profundo, pegue a chave sem sua mão e com sua imaginação abra a porta que esconde seus desejos.
Sino
O sino de cristal ou de latão é freqüentemente usado pelos bruxos para sinalizar o início e fechamento de um ritual ou Sabbat, para invocar um espírito ou deidade em particular e para despertar os membros do Coven que estão em meditação. Os sinos são tocados também em vários ritos funerários wiccanos para abençoar a alma do bruxo que cruzou o reino dos mortos.
Livro das Sombras
O livro das sombras (também conhecido como Livro Negro) é o diário secreto no qual o bruxo registra seus encantamentos, invocações, rituais, sonhos, receitas de várias poções pessoais e outros assuntos. Um livro desse tipo pode ser mantido por um indivíduo em separado ou por todo um coven. Quando ocorre a morte do bruxo, o livro das sombras pode ser passado para seus filhos ou netos, mantido pela Alta Sacerdotisa e pelo Alto Sacerdote do coven (se o bruxo for membro de um deles no momento de sua morte) ou queimado para proteger os segredos da arte. Qualquer que seja a decisão tomada, ela naturalmente depende dos costumes daquela determinada tradição wiccana ou da vontade pessoal do bruxo.
Punhal ou átame (athame)
O punhal é uma faca ritualística com cabo preto e lâmina de fio duplo, tradicionalmente gravada ou cunhada com vários símbolos mágicos e astrológicos. Representa o antigo e místico elemento ar, símbolo da força da vida, e é usado pelos bruxos para traçar círculos, exorcizar o mal e as forças negativas, controlar e banir os espíritos elementares, guardar e direcionar a energia durante os rituais. Utiliza-se o punhal com cabo branco (bolline) somente para cortar varetas, colher ervas para magia ou para cura, esculpir a tradicional lanterna de Samhain e gravar runas e outros símbolos mágicos em velas e talismãs.
Bolline
O Bolline é uma faca com o cabo branco. Ele é utilizado na colheita de ervas, na construção de talismãs e amuletos mágicos. Existem alguns modelos de Bolline na forma de uma pequena foice, totalmente de prata, em alusão ao antigo Instrumento dos Druidas para a colheita de ervas que possuía esta forma. Ele é um Instrumento opcional, visto que muitos Bruxos usam o átame para desempenhar a função de colher as ervas e construir talismãs.
Vareta
A vareta (também conhecida como Bastão de Fogo) é um bastão fino de madeira, feito de um galho de árvore. Representa o antigo e místico elemento fogo, é símbolo de força, de vontade, e de poder mágico do bruxo que o possui. A vareta de acordo com vários compêndios de magia, deve ter aproximadamente 50 cm de comprimento. é usada para invocar as salamandras (elementares do fogo) em determinados tipos de rituais, traçar círculos, desenhar símbolos mágicos, direcionar a energia e mexer bebidas no caldeirão. Varetas de freixo são usadas em ritos de cura, as de sabugueiro para consagração e banimentos, as de acácia e aveleira para todos os tipos de magia "branca". As de carvalho servem para magia druídica e solar. Em magias lunares para invocar à Deusa, magia de desejo e ritos de cura usamos varetas de salgueiro e sorveira.
Caldeirão
O caldeirão é um pequeno pote escuro de ferro fundido que combina simbolicamente as influências dos quatro antigos e místicos elementos e que representa o ventre divino da Deusa Mãe, sendo utilizado pelos bruxos para vários propósitos como ferver poções, queimar incenso e guardar carvão, flores, ervas ou outros elementos mágicos. O caldeirão pode ser usado também como instrumento para divinação - muitos bruxos enchem seu caldeirão com água na noite de Samhain e os utilizam como espelho mágico para olhar o futuro ou o passado.
Cálice
O cálice (também conhecido como taça ou vaso sagrado) representa o elemento água e é usado no altar durante os rituais.
Colher de Pau
A colher de pau da cozinha pode transformar-se num potente instrumento mágico. Escolha uma colher nova e passe-a nove vezes pelo fogo. Depois, mergulhe-a na água e por fim jogue sobre ela três pitadas de sal. Use-a normalmente na cozinha, impregnando seus alimentos com amor. E não pense duas vezes antes de usá-la como "varinha de condão".
Espelho Mágico
Esta é uma antiga prática irlandesa muito utilizada pelos camponeses. Pegue um espelho e unte-o com uma mistura de sal e limão. Aguarde uma noite de Lua Crescente e "aprisione-a" no espelho (refletindo nele sua imagem). Seu espelho estará magnetizado, sempre que quiser peça para que a Luz, que agora mora dentro dele, ilumine seus caminhos.
Espada Cerimonial
A espada cerimonial representa o elemento fogo e é o símbolo da força do bruxo. Em certas tradições wiccanas, a espada cerimonial é usada no lugar do punhal de cabo preto pela Alta Sacerdotisa do coven, para traçar ou apagar um círculo. A espada, como o punhal, pode também ser usada para controlar e banir espíritos elementares e para guardar e direcionar a energia durante os rituais.
Vassoura
A vassoura é símbolo do magistério feminino e das forças purificadoras da natureza. Até hoje é costume "limpar" as energias negativas de uma casa varrendo-as para fora com uma vassoura desenhada com símbolos mágicos (pentagrama, círculo, taça, espada).
Buril
O buril é um ferro de gravar usado por muitos bruxos e magos para marcar ritualisticamente nomes sagrados, números, runas e vários símbolos mágicos e astrológicos em seus punhais, espadas, sinos de latão do altar, joalheria metálica e outras ferramentas da magia.
Bola de Cristal
Cristais de quartzo são extremamente populares hoje, mas a bola de cristal de quartzo é um antigo instrumento mágico. É extraordinariamente caro, variando de vinte a milhares de dólares, dependendo do tamanho. A maioria das bolas de cristal no mercado atualmente são de vidro, vidro temperado ou mesmo plástico. Bolas de cristal de quartzo genuínas podem ser identificadas por seu alto preço e por incrustações ou irregularidades.
O cristal vem há muito sendo utilizado na adivinhação contemplativa. O adivinho encara fixamente a bola até aflorarem as suas faculdades psíquicas, e imagens, vistas mentalmente ou projetadas no interior do cristal, revelam a informação necessária.
Em rituais, os cristais são por vezes posicionados no altar para representar a Deusa. Sua forma (esférica) simboliza a Deusa, assim como todos os círculos e circunferências, e sua temperatura fria (como nodo de detectar cristal genuíno) simboliza as profundezas do mar, o domínio da Deusa.
Assim, o cristal pode também ser utilizado para receber mensagens dos Deuses, ou para armazenar a energia gerada no ritual. Alguns bruxos olham fixamente para o cristal para atrair imagens da Deusa ou de vidas passadas. É um objeto mágico tocado pelo divino. Se encontrar uma, guarde-a com cuidado.
Sua exposição periódica à luz da lua, ou o ato de esfregar artemísia fresca em sua superfície, aumentará sua habilidade de ativar nossos poderes psíquicos. Bolas de cristal podem ser o centro de rituais de Lua Cheia.
Cristais de quartzo são extremamente populares hoje, mas a bola de cristal de quartzo é um antigo instrumento mágico. É extraordinariamente caro, variando de vinte a milhares de dólares, dependendo do tamanho. A maioria das bolas de cristal no mercado atualmente são de vidro, vidro temperado ou mesmo plástico. Bolas de cristal de quartzo genuínas podem ser identificadas por seu alto preço e por incrustações ou irregularidades.
O cristal vem há muito sendo utilizado na adivinhação contemplativa. O adivinho encara fixamente a bola até aflorarem as suas faculdades psíquicas, e imagens, vistas mentalmente ou projetadas no interior do cristal, revelam a informação necessária.
Em rituais, os cristais são por vezes posicionados no altar para representar a Deusa. Sua forma (esférica) simboliza a Deusa, assim como todos os círculos e circunferências, e sua temperatura fria (como nodo de detectar cristal genuíno) simboliza as profundezas do mar, o domínio da Deusa.
Assim, o cristal pode também ser utilizado para receber mensagens dos Deuses, ou para armazenar a energia gerada no ritual. Alguns bruxos olham fixamente para o cristal para atrair imagens da Deusa ou de vidas passadas. É um objeto mágico tocado pelo divino. Se encontrar uma, guarde-a com cuidado.
Sua exposição periódica à luz da lua, ou o ato de esfregar artemísia fresca em sua superfície, aumentará sua habilidade de ativar nossos poderes psíquicos. Bolas de cristal podem ser o centro de rituais de Lua Cheia.
A Roupa
Vestir-se é "opcional" para muitos Bruxos. Existem algumas Tradições em que os Bruxos praticam seus rituais "Vestidos de Céu" (nus). Os que assim o fazem alegam que a roupa impede que a energia criada pelos nossos corpos circule corretamente e que o ato de trabalharem nus coloca todos iguais perante a Deusa. Outras Tradições utilizam mantos, túnicas e jóias ritualísticas em suas cerimônias, normalmente só dedicados a esse uso. Muitos Wiccanos utilizam as vestes cerimoniais como forma de separar simbolicamente o trabalho ritual da vida cotidiana e assumir uma nova personalidade. Muitas Tradições utilizam roupas que refletem o fundo étnico daquele Caminho Mágico. Tradições Escocesas podem usar "kilts", e Tradições voltadas ao Druidismo podem usar batas cobertas, etc. Muitos bordam símbolos mágicos na roupa ou usam pequenos objetos mágicos pendurados nela para agir como talismãs protetores. O uso ou não de roupas nos rituais é algo muito pessoal, por isso o melhor a fazer é trabalhar magicamente como você se sentir mais confortável.
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